
O que me inspirou a escrever esse texto foi uma conversa com um grande amigo meu. Estávamos os dois a comer crepe e ele recebeu um telefonema surtado da mulher que mora com ele. Detalhe: eles não têm nenhuma ligação, a não ser a amizade. Aí começamos a pensar em desculpas esfarrapadas em um sentido geral. O que diria um homem que, por exemplo, chega em casa com uma mancha de batom na camisa? Meu amigo respondeu “Querida, eu tropecei em um palhaço. Não é nada do que você está imaginando!”. Bom... E se o caso for um cabelo loiro na camisa do indivíduo (sabendo-se que sua amada tem os cabelos escuros)? Fácil! “Não sei o motivo, querida, mas tive uma estranha atração por aquela loja de perucas”.
Pois assim é a vida (brincadeiras à parte): gastamos muito do nosso precioso tempo tentando desculpar o indesculpável (se é que existe essa palavra). Passamos muito tempo, na verdade, tentando adiar o inadiável. Eu sou o tipo de pessoa que gosta de tudo muito bem resolvido. Claro que em muitas situações práticas do dia-a-dia eu me enrolo. Aquela situação no banco, eu sempre deixo pra depois. Aquele e-mail que eu tenho que mandar hoje, quem sabe amanhã. E aquele restaurante novo que abriu? Talvez semana que vem. Essas coisas são fáceis de driblar. E quanto às coisas do coração?
Em alguns aspectos, ponto para mim. Se eu brigo com alguém, minha conversa com essa pessoa é, como dizem, “pra ontem”. Eu tenho uma tendência grande a procrastinar a resolução de coisas práticas, mas quanto às emocionais, eu não consigo. E isso porque eu tenho plena consciência de que, muitas vezes, o tempo é melhor que uma conversa franca. Mas não dá, dane-se o tempo!E se amanhã eu não tiver uma oportunidade de resolver tudo? E se não houver um amanhã? Pois é, quem sabe se tivéssemos esse pensamento em relação às emoções, tudo seria melhor. Ou não. Tudo poderia ser uma tremenda bagunça, pois resolveríamos as coisas sem pensar direito.
Eu tenho problemas emocionais com o tempo porque não sou de esperar. Oras, eu não esperei nem nove meses para nascer e sentir a emoção da vida, por que esperaria para resolver minhas “coisas”? Eu penso, decido e faço. Se vierem arrependimentos, que venham, pois eles não mudam o curso das coisas. No máximo fazem com que você evite repetir os mesmos erros. Ações mudam tudo, arrependimentos trazem peso à nossa bagagem emocional, mas bondosamente aumentam também o nosso grau de consciência.
O que eu posso dizer é que estou em um momento sem arrependimentos das decisões que eu tomei e a conseqüência de tanta segurança é a felicidade. A tranqüilidade dá força e a força faz com que você saiba sempre que pode agüentar as provas que a vida vai lhe oferecer. Então, que tal ser forte? Pensar e agir. Aquele lugar que você não foi, aquele beijo que você não deu, aquela pessoa que sorriu e você não retribuiu, aquele céu que você não admirou. Não é você que espera do mundo. Na verdade, o mundo espera por você. Pense nisso.
Pois assim é a vida (brincadeiras à parte): gastamos muito do nosso precioso tempo tentando desculpar o indesculpável (se é que existe essa palavra). Passamos muito tempo, na verdade, tentando adiar o inadiável. Eu sou o tipo de pessoa que gosta de tudo muito bem resolvido. Claro que em muitas situações práticas do dia-a-dia eu me enrolo. Aquela situação no banco, eu sempre deixo pra depois. Aquele e-mail que eu tenho que mandar hoje, quem sabe amanhã. E aquele restaurante novo que abriu? Talvez semana que vem. Essas coisas são fáceis de driblar. E quanto às coisas do coração?
Em alguns aspectos, ponto para mim. Se eu brigo com alguém, minha conversa com essa pessoa é, como dizem, “pra ontem”. Eu tenho uma tendência grande a procrastinar a resolução de coisas práticas, mas quanto às emocionais, eu não consigo. E isso porque eu tenho plena consciência de que, muitas vezes, o tempo é melhor que uma conversa franca. Mas não dá, dane-se o tempo!E se amanhã eu não tiver uma oportunidade de resolver tudo? E se não houver um amanhã? Pois é, quem sabe se tivéssemos esse pensamento em relação às emoções, tudo seria melhor. Ou não. Tudo poderia ser uma tremenda bagunça, pois resolveríamos as coisas sem pensar direito.
Eu tenho problemas emocionais com o tempo porque não sou de esperar. Oras, eu não esperei nem nove meses para nascer e sentir a emoção da vida, por que esperaria para resolver minhas “coisas”? Eu penso, decido e faço. Se vierem arrependimentos, que venham, pois eles não mudam o curso das coisas. No máximo fazem com que você evite repetir os mesmos erros. Ações mudam tudo, arrependimentos trazem peso à nossa bagagem emocional, mas bondosamente aumentam também o nosso grau de consciência.
O que eu posso dizer é que estou em um momento sem arrependimentos das decisões que eu tomei e a conseqüência de tanta segurança é a felicidade. A tranqüilidade dá força e a força faz com que você saiba sempre que pode agüentar as provas que a vida vai lhe oferecer. Então, que tal ser forte? Pensar e agir. Aquele lugar que você não foi, aquele beijo que você não deu, aquela pessoa que sorriu e você não retribuiu, aquele céu que você não admirou. Não é você que espera do mundo. Na verdade, o mundo espera por você. Pense nisso.
